Sotaques bizarros. Cerveja barata. Pimenta. Comunismo. Gente nova. Três horas de sono por noite. Festa. Discussões. Diploma. Universitários. Ôx. Risadas. Implicância. Plenário. Praia. Fitinha do Bom Fim cheia de segundas intenções. “Companheiros”. Outros nem tanto. Disputa. Diversão. Banho frio. Bagunça. Roupa suja. Voz e violão. E outros instrumentos nordestinos que nunca tinha visto. E muita gente. E muitas idéias. E muita besteira. E muito, muito gás pra começar esse ano.
É, acho que sendo bom.
Que venham nossas revoluções! hahhaha… O Caap que se cuide!
Fraudo um sentimento qualquer e te convenço do meu drama. Camuflo uma real emoção e espero que tu te confunda. Hoje me faço mistério, amanhã sumiço.
De salto de plástico, ela reclamava da cerveja que não vinha. Ameaçava, com o código do consumidor, garçons, que nem tinham o primeiro grau completo. Estudou dois semestres de direito e acha que a Constituição é relevante numa mesa de bar. É só um papel, querida ignorante prepotente de salto plástico.
o jogo tem que continuar
Janeiro 6, 2009
E, entre uma mensagem e um mal entendido, volta tudo. Aquela vontade quase inconsciente de errar e culpar e sofrer e amar e desejar e não ter fim e gostar e odiar e não conseguir parar e sair quebrado e prometer nunca mais e depois querer de novo. Todo o cansaço de imaginar uma vida juntos, apostando numa ação imprevisível, com chance de erro extremo. Talvez o que nos junte, sempre, no final das contas, é o gosto do caminho amargo que a gente acaba dividindo. E a ferida reabre com apetite infantil para tirar a casquinha até cicatrizar e arrancar mais uma vez. E, no prazer pela dor e pelo aprendizado, continuamos. Errantes, ácidos e amados.